A Aura Minerals (AURA33) aprovou o pagamento de dividendos no valor de US$ 0,35 por ação, totalizando aproximadamente US$ 25,4 milhões.

Logo, os proventos da AURA33 serão pagos em dólares americanos em 28 de junho aos acionistas registrados nos livros da TSX Trust, o escriturador da empresa e o agente de transferência no Canadá, no fechamento do pregão de 20 de junho.

Os detentores de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) registrados até 20 de junho receberão o valor dos dividendos em reais até 9 de julho. Os BDRs serão negociados ex-dividendos a partir de 21 de junho.

Baseando-se na taxa de câmbio estimada de R$ 5,25413 por dólar, os dividendos de US$ 0,35 por ação equivaleriam a cerca de R$ 1,84 por BDR. No entanto, a taxa de câmbio exata será divulgada em comunicado ao mercado futuro, antes do pagamento.

Aura Minerals (AURA33) reportou prejuízo de US$ 9,2 milhões no 1T24

No primeiro trimestre de 2024, a Aura Minerals registrou um prejuízo líquido de US$ 9,2 milhões, revertendo um lucro líquido de US$ 18,6 milhões do mesmo período do ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado atingiu US$ 53,2 milhões, representando um aumento anual de 45,4% e trimestral de 30,1%. A margem Ebitda ajustada caiu 254 pontos base, chegando a 40,3%.

Já a receita líquida da Aura Minerals totalizou US$ 132,0 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 36,2% em comparação com o mesmo período de 2023.

O lucro bruto atingiu US$ 46,6 milhões no primeiro trimestre de 2024, um aumento de 36,9% em relação ao mesmo período de 2023, com uma margem bruta de 35,3%, representando um aumento de 19 pontos base em relação ao primeiro trimestre de 2023.

Por sua vez, as despesas operacionais no primeiro trimestre de 2024 totalizaram US$ 10,2 milhões, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas estável em comparação com o quarto trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2023, principalmente devido a despesas não recorrentes.

O resultado financeiro líquido foi negativo em US$ 34,6 milhões no primeiro trimestre de 2024, um aumento de 684% em relação às perdas financeiras do mesmo período de 2023.

Em 31 de março de 2024, a dívida líquida da empresa era de US$ 105,4 milhões, um aumento de US$ 20,2 milhões em comparação com o quarto trimestre de 2023, principalmente devido a investimentos em expansão.

Por fim, o indicador de alavancagem financeira, medido pela relação dívida líquida/Ebitda ajustado, foi de 0,70 vez em março de 2024, uma queda de 0,05 vez em relação ao mesmo período de 2023.

Gabryella Mendes

Redatora do Melhor Investimento.