CDB Hoje: Melhores Taxas em Março de 2026

Está pensando em investir em CDB? Veja os fundamentos desta opção de rendimento em renda fixa e a escolha mais sólida em 2026

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09 de mar, 2026 às 16:25
CDB em 2024: vale a pena investir?

Você está familiarizado com o universo dos CDB’s?

Ele é uma das principais alternativas de investimento em renda fixa, categoria “queridinha” entre os investidores de perfil mais conservador, tornando-se uma das classes de ativos mais reconhecidas e buscadas no mercado financeiro.

Neste post, vamos listar as maiores taxas de CDB para Março de 2026. Acompanhe!

O que é CDB no cenário dos investimentos? 

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é uma modalidade de investimento em renda fixa oferecida por instituições financeiras (bancos comerciais, múltiplos, escritórios de investimento, de desenvolvimento e Caixa Econômica Federal).

Trata-se de um título nominativo, ou seja, vinculado ao nome do investidor, que funciona como um empréstimo de recursos ao banco emissor. Em contrapartida, o investidor recebe uma remuneração por esse empréstimo, que pode ser pré ou pós-fixada, dependendo das condições acordadas.

No CDB, o investidor empresta dinheiro ao banco por um prazo determinado, e ao final desse período, recebe o valor investido acrescido dos juros acordados. Esse tipo de investimento é considerado de baixo risco, especialmente quando emitido por bancos sólidos, pois conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em caso de eventual insolvência da instituição financeira.

Os prazos de vencimento podem variar, assim como as taxas de remuneração, tornando-o uma opção flexível para diferentes perfis de investidores. É uma alternativa popular entre aqueles que buscam equilibrar segurança e rentabilidade em suas aplicações financeiras.

Para saber mais sobre os diferentes tipos de CDB e como investir nesta modalidade, leia o artigo:

Qual é o rendimento do CDB Hoje?

Em 2026, os CDBs disponíveis no mercado estão oferecendo taxas entre 100% e 150% do CDI, dependendo do prazo e da instituição financeira.

CDBs de bancos médios e de prazos mais longos costumam pagar acima de 110% do CDI, enquanto os de liquidez diária ou de grandes bancos giram entre 95% e 102% do CDI.

Exemplo: Se você investir R$ 10 mil em um CDB que paga 120% do CDI, a rentabilidade bruta em 12 meses será de aproximadamente R$1.790.

Importante: sobre os rendimentos incide Imposto de Renda de forma regressiva, variando entre 22,5% e 15%, conforme o prazo da aplicação.

Fonte: Bancos emissores e plataformas de investimento.

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Os prós do investimento em CDB 

Entre os pontos positivos deste tipo de investimento, destaca-se a rentabilidade atrativa que os títulos de CDB oferecem, podendo gerar rendimentos superiores a 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Além disso, a segurança do investimento é respaldada pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), assegurando que em caso de falência do emissor, o valor aplicado não será perdido.

Indicado como uma estratégia para diversificação de investimentos, o CDB mostra-se como um aliado eficaz para potencializar os rendimentos da carteira, possibilitando a manutenção de bons retornos mesmo diante das oscilações do mercado.

A liquidez, outro aspecto relevante, vem se tornando mais presente no mercado, oferecendo opções com prazos mais curtos. Para aqueles que planejam utilizar os fundos antes do vencimento, optar por ativos com liquidez diária é a escolha ideal, evitando as desvantagens de prazos de liquidação mais longos.

Os contras do investimento em CDB

Tributação

Ao considerar o Certificado de Depósito Bancário (CDB), é crucial estar ciente dos impactos tributários que podem incidir sobre a rentabilidade do investimento. O Imposto de Renda, que varia entre 15% e 22,5%, é descontado na data de vencimento do título, representando uma considerável redução nos ganhos.

Para os investidores que têm a flexibilidade de optar por vencimentos mais longos, é importante notar que isso pode resultar em uma menor carga tributária sobre a aplicação.

Valor da aplicação

Quando se trata de investimentos em CDBs, o valor inicial pode variar significativamente, influenciado pelo potencial de retorno e pelo nível de risco associado à aplicação. Enquanto alguns grandes bancos oferecem CDBs com valores mínimos acessíveis, é crucial considerar que, dependendo do título e do emissor, esse montante mínimo pode variar, alcançando, por exemplo, a marca de R$10 mil.

Resgate

Além dos pontos anteriores, a questão do resgate merece atenção. O resgate de um CDB está restrito à sua data de vencimento, e qualquer tentativa de antecipação pode resultar na redução da rentabilidade total da aplicação. Essa restrição  pode representar um desafio para investidores que buscam maior flexibilidade em suas operações financeiras. Portanto, é fundamental ponderar esses fatores ao considerar o CDB como parte da estratégia de investimento.

Melhor CDB liquidez diária: Março de 2026

Para quem costuma investir em CDB, ou cogita realizar aplicações financeiras no ativo, é pertinente pensar em qual instituição financeira será feito o aporte.

Banco / InstituiçãoRentabilidadeLiquidez / Condições
Mercado Pagoaté 140% do CDILiquidez diária nos “Cofrinhos”; promoção para assinantes Meli+; limite de R$10 mil; campanha válida até abr/2026
Nubankaté 120% do CDICaixinha Turbo (RDB); liquidez imediata; geralmente exige relacionamento ou depósito mensal; limite até R$10 mil
Mercado Pago (padrão Meli+)120% do CDILiquidez diária; até R$10 mil
Nubank (clientes ativos)115% do CDILiquidez diária; exige depósitos recorrentes na conta
Neonaté ~113% do CDILiquidez diária em CDB promocional para clientes
Sofisa Diretoaté 110% do CDICDB com liquidez diária após 1 dia
Banco BMGaté ~109% do CDICDB com liquidez diária
PagBankaté ~110% do CDICDB liquidez diária com aplicação mínima baixa
Banco Inter100%–102% do CDICDB com liquidez diária direto no app
Itaú / Bradesco (varejo)100% do CDICDB padrão com liquidez diária

Nota: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação, indicação ou aconselhamento de compra ou venda de ativos financeiros. Decisões de investimento devem ser tomadas com base no perfil do investidor e, preferencialmente, com o apoio de um profissional habilitado.

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