Banco do Brasil (BBAS3) anuncia Tiago Cruz Alexandre como novo gerente da tesouraria global
Executivo substitui Bogado e terá foco em riscos e liquidez
Foto: Divulgação
O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou nesta sexta-feira (20) a indicação de Tiago Cruz Alexandre para o cargo de gerente geral da tesouraria global. A mudança ocorre no Brasil e faz parte de um movimento interno de reestruturação da área financeira, com foco na gestão de riscos, liquidez e fortalecimento da atuação internacional do banco.
Tiago Cruz assume a função no lugar de Daniel Almeida Bogado, que foi nomeado diretor na BB Asset. A troca de cargos faz parte da estratégia da instituição de alinhar lideranças a áreas consideradas estratégicas para o crescimento do banco.
Trajetória dentro do banco
Com cerca de 17 anos de carreira no Banco do Brasil, Tiago Cruz já ocupou diferentes posições relevantes. Mais recentemente, ele liderava a corretora BB Securities, com sede em Londres, e também teve passagens pela mesa de renda fixa internacional e pela área de negócios digitais nos Estados Unidos.
A experiência acumulada no exterior é vista como um diferencial para o novo cargo, que exige visão global e integração com mercados internacionais.
Foco em riscos e liquidez
Na nova função, o executivo será responsável pela gestão de riscos financeiros e pela administração dos portfólios do banco. Entre os objetivos está aprimorar o controle de capital e liquidez, além de desenvolver soluções financeiras mais eficientes.
Segundo comunicado, a tesouraria global tem papel central na estratégia do Banco do Brasil, especialmente em um cenário de maior volatilidade nos mercados e necessidade de gestão mais rigorosa dos recursos.
Estratégia de expansão internacional
A nomeação também está alinhada ao plano do banco de ampliar sua presença fora do país. A ideia é fortalecer a integração entre as operações internacionais e as áreas internas, aumentando a competitividade da instituição.
Em nota, Tiago Cruz afirmou que pretende reforçar o papel institucional da tesouraria global e aprofundar a conexão com outras áreas do banco.
O foco, segundo ele, será a evolução contínua da gestão financeira, acompanhando as demandas do mercado e a estratégia da companhia.
A mudança ocorre em um momento em que bancos buscam maior eficiência operacional e diversificação de receitas, especialmente em um ambiente global mais desafiador.
Gostou deste conteúdo? Siga o Melhor Investimento nas redes sociais: