Na última terça-feira (23), o TRX Real Estate Fundo de Investimento Imobiliário (TRXF11) comunicou que concluiu a venda de uma propriedade em Indaiatuba, São Paulo, que está atualmente alugada pelo Grupo Pão de Açúcar.

O edifício, de propriedade do fundo, está localizado no endereço Avenida Presidente Vargas, número 1264. A informação foi divulgada por meio de um comunicado relevante para o mercado.

De acordo com a administradora, o negócio foi avaliado em R$ 36,3 milhões, e a expectativa de lucro do TRXF11 é de aproximadamente R$ 5,16 milhões, o que corresponde a R$ 0,43 por cota (considerando o número atual de cotas do fundo). Essa rentabilidade representa uma taxa interna de retorno (TIR) aproximada de 17,50% ao ano.

O valor mencionado já foi líquido de todos os custos, impostos e despesas relacionados ao imóvel, além do pré-pagamento da CCI/CRI que financiou a compra do bem. As expectativas de mercado para a inflação nos próximos meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também foram consideradas.

No entanto, a administradora enfatiza que esse valor é uma estimativa sujeita a alterações, e não representa uma promessa ou garantia de distribuição de resultados ou rentabilidade.

De acordo com o contrato firmado, o pagamento será realizado da seguinte maneira: R$ 25,4 milhões serão pagos após a celebração da escritura definitiva de compra e venda do imóvel; e mais R$ 10,8 milhões serão pagos em 12 parcelas mensais consecutivas no valor de R$ 907,5 mil cada, corrigidas de acordo com a variação acumulada do IPCA.

Estratégia do TRXF11

De acordo com a administradora e gestora do Fundo de Investimento Imobiliário (FII), a venda do imóvel está alinhada com a estratégia de buscar ganhos de capital, proporcionar rendimentos excepcionais aos cotistas e reinvestir em novas oportunidades.

“A administradora e a gestora acreditam que a venda do imóvel está de acordo com a estratégia do fundo, que busca aproveitar boas oportunidades para alienar propriedades do seu portfólio com o objetivo de obter ganhos de capital, reduzir a taxa de retorno de aquisição (cap rate), distribuir lucros extraordinários aos cotistas e gerar fluxo de caixa para reinvestimento em novas oportunidades tanto para o fundo quanto para os cotistas.”

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Equipe MI

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