JBS investe R$ 75 milhões em megagranja de ovos férteis em SC e amplia produção avícola

A JBS anunciou um investimento de R$ 75 milhões para a construção da Granja 7 de Setembro, uma megagranja de ovos férteis localizada em Capão Alto (SC).

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16 de maio, 2026 às 17:00
Um grande painel publicitário com o logotipo da empresa JBS no topo de uma torre cilíndrica de concreto, visto de baixo para cima. Imagem: Divulgação JBS

A megagranja de ovos férteis da JBS ganhou destaque no setor do agronegócio brasileiro após o anúncio de um investimento de R$ 75 milhões para a construção de uma nova unidade no Sul do país. O projeto reforça a expansão da cadeia avícola do grupo e promete impacto econômico relevante em uma cidade de pequeno porte. A iniciativa envolve produção em larga escala, geração de empregos e fortalecimento do fornecimento para a Seara e outras operações da companhia.

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A chamada megagranja será instalada no município de Capão Alto, em Santa Catarina, e terá como foco a produção de ovos férteis destinados à cadeia de frangos de corte. Esse tipo de produção é essencial para abastecer incubatórios e garantir o fornecimento contínuo de aves para o mercado alimentício.

Batizada de Granja 7 de Setembro, a unidade terá 24 galpões e capacidade para cerca de 230 mil aves matrizes. A expectativa é atingir uma produção anual de aproximadamente 48 milhões de ovos férteis, consolidando a megagranja de ovos férteis da JBS como uma das estruturas mais relevantes do setor no país.

A escolha de Capão Alto não foi aleatória. A cidade possui pouco mais de 2,6 mil habitantes, segundo dados do IBGE, e será diretamente impactada pela chegada da megagranja de ovos férteis da JBS.

A unidade ficará localizada às margens da rodovia SC-390, ponto estratégico para o transporte e distribuição da produção. A infraestrutura logística foi um dos fatores decisivos para a instalação do empreendimento, facilitando o escoamento da produção até incubatórios e centros de distribuição.

Além disso, a presença da megagranja de ovos férteis da JBS tende a transformar a dinâmica econômica local, atraindo fornecedores, serviços e novas oportunidades de negócios.

Como funcionará a megagranja de ovos férteis da JBS

A estrutura da megagranja de ovos férteis da JBS foi projetada para operar em alta escala e eficiência. Cada um dos 24 galpões terá cerca de 22 mil metros quadrados, com capacidade para aproximadamente 14 mil matrizes.

A produção será voltada exclusivamente para ovos férteis, que passam por incubação antes de se tornarem frangos de corte. Esse modelo integra toda a cadeia produtiva da JBS, especialmente por meio da Seara, uma das principais marcas do grupo.

Durante a fase de construção, a megagranja de ovos férteis da JBS deve gerar cerca de 100 empregos diretos e pelo menos 150 indiretos, movimentando a economia regional antes mesmo do início das operações.

Por que a JBS está investindo?

O investimento na megagranja de ovos férteis da JBS faz parte de uma estratégia de fortalecimento da cadeia produtiva avícola. Ao controlar etapas iniciais da produção, como a geração de ovos férteis, o grupo aumenta sua eficiência, reduz custos e melhora a previsibilidade do fornecimento.

Outro fator importante é a crescente demanda por proteína animal no mercado interno e externo. A megagranja de ovos férteis da JBS contribui diretamente para garantir escala e estabilidade na produção de frangos, atendendo tanto o consumo brasileiro quanto exportações.

A escolha de parceria com o Grupo Rossi Agronegócios também reforça a estratégia de expansão integrada do setor.

Impactos econômicos e regionais do projeto

A chegada da megagranja de ovos férteis da JBS em Capão Alto representa um dos maiores investimentos privados da história recente do município. Em uma cidade pequena, o impacto tende a ser proporcionalmente elevado, especialmente na geração de empregos e arrecadação local.

Além dos empregos diretos e indiretos durante a construção, a operação da unidade deve impulsionar setores como transporte, manutenção, alimentação e serviços.

Em termos regionais, o projeto fortalece o papel de Santa Catarina como um dos principais polos da avicultura brasileira.