Bolsonaro melhora, mas segue na UTI sem previsão de alta após pneumonia

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora no quadro clínico, mas segue internado na UTI do Hospital DF Star, sem previsão de alta. Ele trata uma broncopneumonia bacteriana causada por broncoaspiração e permanece sob cuidados intensivos, com uso de antibióticos e fisioterapia.

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Última atualização:  20 de mar, 2026 às 13:53
Fotografia de Jair Bolsonaro em plano médio, vestindo terno escuro, camisa branca e gravata azul, com um broche da bandeira do Brasil na lapela. Foto: Ton MolinaSTF

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta melhora no quadro clínico, mas segue na UTI sem previsão de alta, conforme boletim médico divulgado nesta sexta-feira (20). Internado no Hospital DF Star, em Brasília, o ex-chefe do Executivo recebe tratamento intensivo após ser diagnosticado com uma infecção pulmonar decorrente de complicações respiratórias.

A evolução positiva é considerada um sinal importante pela equipe médica, mas o quadro ainda exige atenção contínua. Por isso, Bolsonaro permanece sob monitoramento constante na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem estimativa oficial para deixar o setor.

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De acordo com o boletim, Jair Bolsonaro apresenta melhora no quadro clínico, mas segue na UTI sem previsão de alta devido à necessidade de cuidados intensivos. Os médicos destacam que há progresso tanto nos exames laboratoriais quanto na resposta ao tratamento, o que indica recuperação gradual.

Apesar disso, o ex-presidente ainda não reúne condições para ser transferido para um leito comum. A permanência na UTI ocorre por precaução, já que o quadro respiratório exige acompanhamento próximo e suporte médico contínuo.

Diagnóstico e causa da internação

O problema de saúde teve origem em uma broncopneumonia bacteriana bilateral, causada por um episódio de broncoaspiração — quando conteúdo do estômago é aspirado para os pulmões, provocando inflamação e infecção.

Essa condição é considerada séria, principalmente em casos que evoluem para comprometimento respiratório. No caso de Bolsonaro, a infecção atingiu ambos os pulmões, o que justifica a necessidade de internação em ambiente intensivo.

Tratamento e evolução clínica

O tratamento inclui o uso de antibióticos intravenosos, além de suporte clínico intensivo. A equipe médica também tem adotado medidas complementares, como fisioterapia respiratória e motora, com o objetivo de acelerar a recuperação e evitar complicações.

Segundo os profissionais de saúde, a resposta ao tratamento tem sido positiva até o momento. Ainda assim, o quadro exige cautela, já que infecções pulmonares podem apresentar oscilações.

A melhora no quadro clínico, embora relevante, não elimina a necessidade de permanência na UTI. Por isso, a equipe mantém a estratégia de acompanhamento intensivo.

Necessidade de cuidados contínuos

Mesmo com a evolução favorável, Jair Bolsonaro segue na UTI sem previsão de alta porque ainda precisa de suporte médico constante. A decisão de manter o ex-presidente na unidade intensiva leva em consideração fatores como estabilidade respiratória e resposta ao tratamento.

Além disso, a fisioterapia tem papel importante no processo de recuperação, ajudando a melhorar a capacidade pulmonar e a mobilidade do paciente. Esse tipo de cuidado é comum em quadros de pneumonia mais complexos.

Tempo de internação e expectativas médicas

Bolsonaro foi internado no dia 13, após apresentar sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Desde então, permanece sob cuidados médicos no hospital em Brasília.

A equipe médica trabalha com a possibilidade de que a internação se estenda por pelo menos mais alguns dias, podendo chegar a uma semana ou mais, dependendo da evolução clínica.

Até o momento, não há previsão de alta da UTI, o que reforça que, apesar da melhora, o quadro ainda inspira atenção.

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