Homem morre após troca de tiros com agentes do Serviço Secreto perto da Casa Branca
Incidente provocou lockdown na sede do governo americano; Donald Trump não ficou ferido.
Imagem: Envato Elements.
Um homem morreu neste sábado (23) após abrir fogo contra agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos nas proximidades da Casa Branca, em Washington. Segundo autoridades americanas, o suspeito foi identificado como Nasire Best. Durante o confronto, um pedestre também foi atingido por disparos e ficou ferido. Nenhum agente de segurança ficou machucado na ocorrência.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa americana, o homem teria sacado uma arma de dentro da mochila e começado a atirar contra os oficiais do Serviço Secreto no fim da tarde de sábado.
Os agentes reagiram imediatamente, iniciando uma intensa troca de tiros nas proximidades da sede do governo americano. Um fotógrafo do The New York Times que estava na região afirmou ter ouvido entre 20 e 30 disparos durante o incidente. O suspeito foi baleado, socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Além do atirador, um pedestre também acabou atingido durante o confronto armado. Até o momento, as autoridades não divulgaram oficialmente o estado de saúde da vítima, embora informações preliminares indiquem quadro crítico. A polícia isolou a área para coleta de provas e continuidade das investigações.
Casa Branca entrou em lockdown
Após os disparos, a Casa Branca acionou o protocolo de lockdown, mecanismo de segurança utilizado para proteger o presidente e funcionários em situações de risco.
Segundo a imprensa americana, o bloqueio durou cerca de 40 minutos. Durante esse período, entradas e saídas do complexo presidencial ficaram totalmente restritas. O presidente Donald Trump estava na Casa Branca no momento do incidente, mas não ficou ferido.
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Autoridades investigam motivação do ataque
Autoridades afirmaram à Reuters que o suspeito era considerado uma pessoa com “distúrbios emocionais” e que já havia sido alvo anterior de medida protetiva. O caso segue sob investigação das autoridades federais americanas.
O episódio aumenta novamente as preocupações com a segurança de Trump, que já foi alvo de outras ameaças armadas nos últimos anos.
Durante a campanha presidencial de 2024, o republicano sobreviveu a duas tentativas de assassinato, incluindo um ataque ocorrido em Butler, na Pensilvânia, quando um disparo atingiu de raspão sua orelha durante um comício.