Ana Hickmann consegue liminar e suspende leilão de mansão de R$ 35 milhões
A Justiça de São Paulo suspendeu o leilão da mansão de R$ 35 milhões de Ana Hickmann após recurso da apresentadora.
Foto: Reprodução/YouTube/Canal Ana Hickmann
A Justiça de São Paulo suspendeu o leilão da mansão de R$ 35 milhões de Ana Hickmann, localizado em Itu (SP), após recurso apresentado pela apresentadora. A decisão liminar interrompe temporariamente a venda judicial do imóvel, que havia sido marcada como forma de quitar uma dívida da empresa ligada ao ex-casal. A medida foi confirmada pela empresa Biasi Leilões, responsável pelo processo, e gera novos desdobramentos na disputa patrimonial que envolve Ana Hickmann e Alexandre Corrêa.
Leia também:
Liminar interrompe venda judicial da mansão
O leilão da mansão, avaliada em cerca de R$ 35 milhões, foi suspenso na última quarta-feira (25) por decisão da Justiça de São Paulo. A suspensão acontece após embargos apresentados pela defesa de Ana Hickmann, que argumentou que o imóvel não poderia ser utilizado para quitar a dívida alegada pela credora. Com a liminar, o processo de venda judicial permanece interrompido até que o mérito do recurso seja analisado.
Segundo informações da Biasi Leilões, a suspensão impede a inclusão do imóvel na praça eletrônica, mantendo a propriedade como parte do patrimônio do casal até uma decisão definitiva. A situação reforça o caráter estratégico da mansão no contexto da disputa entre a apresentadora e a credora Danielle Murayama Fujisaki.Credora busca reverter decisão da Justiça
A empresária Danielle Murayama Fujisaki apresentou um Agravo de Instrumento com o objetivo de derrubar a liminar e retomar o leilão. No recurso, Danielle questiona a fundamentação da suspensão, afirmando que a Justiça considerou “plausíveis” as alegações de Ana Hickmann sem exigir comprovação concreta.
Além disso, a credora sustenta que o imóvel é copropriedade do casal, mas que apenas Alexandre Corrêa teria oferecido sua parte como garantia da dívida. Para Danielle, a realização do leilão não representa um risco irreversível à apresentadora, e qualquer atraso poderia gerar desvalorização do imóvel de alto padrão, prejudicando diretamente a cobrança do crédito.
Questão de copropriedade e alienação ao banco
Outro ponto central do recurso envolve a alienação do imóvel ao Banco Daycoval. A defesa de Ana Hickmann argumenta que a mansão está vinculada à instituição financeira, o que impediria o uso do bem para quitar dívidas da credora. Por outro lado, Danielle afirma que o banco já se manifestou nos autos e não se opôs ao leilão, destacando que a alienação não anula a possibilidade de venda judicial da parte do empresário.
Essa divergência jurídica é um dos principais motivos para a suspensão do leilão, evidenciando um impasse entre o direito da credora de receber o crédito e a proteção patrimonial do casal.
Origem da dívida
O leilão é resultado de uma ação movida por Danielle Murayama Fujisaki contra a empresa Hickmann Serviços Ltda., ligada a Ana Hickmann e Alexandre Corrêa. O objetivo é receber uma dívida que, segundo a credora, ultrapassa R$ 900 mil.
O caso se insere em um contexto mais amplo de disputas patrimoniais relacionadas ao divórcio do ex-casal, iniciado em novembro de 2023, após denúncias de violência doméstica feitas por Ana Hickmann. A mansão, por ser um imóvel de alto valor, tornou-se um dos principais pontos de tensão nesse processo.
Detalhes do imóvel em disputa
Localizada em um condomínio de luxo no interior de São Paulo, a mansão possui características que reforçam seu valor de mercado estimado em R$ 35 milhões:
- Piscina de grandes dimensões
- Área gourmet integrada ao jardim
- Salas amplas com iluminação natural
- Suítes espaçosas
- Escritório e espaço fitness
- Sistemas de segurança sofisticados
O imóvel, além de ser um patrimônio significativo, simboliza a complexidade da divisão de bens em disputas judiciais envolvendo ex-casais de alto padrão.
Este conteúdo foi útil? Siga o Melhor Investimento nas redes sociais: