Solana (SOL) atinge nível de preço crítico e volume de negociações dispara
Hora de comprar? Solana opera em nível decisivo próximo de US$ 120, com forte aumento no volume de negociações
A criptomoeda Solana (SOL) opera em um ponto considerado decisivo no início de 2026. O ativo é negociado em torno de US$ 120, faixa de preço que vem sendo defendida por compradores. Analistas, no entanto, alertam que a perda desse patamar pode abrir espaço para uma queda mais acentuada.
Mesmo após uma leve recuperação recente, o cenário permanece instável. O aumento expressivo no volume de negociações indica que o mercado acompanha de perto os próximos movimentos do preço.
Volume de negociações dispara
O volume diário de negociações da Solana avançou 278%, alcançando US$ 6,3 bilhões, o equivalente a cerca de 9% da capitalização de mercado da criptomoeda. O movimento indica maior participação de investidores, tanto na compra quanto na venda, em um momento de ajuste de posições.
Além disso, ETFs ligados à Solana registraram entradas de aproximadamente US$ 10 milhões entre segunda e quinta-feira, elevando o volume total investido nesses produtos para US$ 1,1 bilhão.
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O que está por trás da queda da Solana?
A desvalorização ocorre após a Solana perder força em níveis de preço mais elevados, especialmente na região próxima a US$ 145, onde houve aumento da pressão vendedora. A partir desse ponto, o ativo passou a operar com maior volatilidade, refletindo a saída de investidores de curto prazo.
Embora tenha havido uma tentativa de recuperação, o movimento não foi suficiente para alterar a tendência observada nos últimos dias.
O nível de US$ 120 ainda segura o preço?
No momento, a Solana testa o suporte de US$ 120, faixa em que compradores têm atuado para conter novas perdas. A manutenção desse nível é acompanhada de perto pelo mercado, por funcionar como um ponto de equilíbrio no curto prazo.
Caso o suporte seja rompido, analistas indicam que o preço pode buscar regiões mais baixas, com o próximo nível relevante em torno de US$ 97, patamar não registrado desde abril do ano passado.
O que dizem os indicadores de curto prazo?
Indicadores técnicos apontam que o ritmo de queda segue mais intenso do que o de recuperação. O índice de força relativa (RSI) permanece em território negativo, o que sinaliza a continuidade da pressão vendedora no curto prazo.
O quadro reforça a postura cautelosa do mercado, mesmo diante de entradas pontuais de compradores e do aumento na atividade de negociação.
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