Sam Neill, astro de Jurassic Park e Peaky Blinders, morre aos 78 anos
Conhecido mundialmente por viver o paleontólogo Alan Grant na franquia Jurassic Park, o ator neozelandês deixa uma carreira de mais de cinco décadas no cinema e na televisão.
Imagem: Reprodução via IMDb
O ator Sam Neill, conhecido internacionalmente por interpretar o paleontólogo Alan Grant na franquia Jurassic Park, morreu aos 78 anos. A informação foi confirmada pela família em um comunicado, que informou que o falecimento ocorreu de forma repentina. Segundo a nota, o artista partiu cercado pelos familiares e de maneira serena.
Neill tornou-se um dos rostos mais conhecidos do cinema ao protagonizar Jurassic Park, lançado em 1993 sob direção de Steven Spielberg. O sucesso do longa o transformou em referência do gênero de aventura e ficção científica, levando-o a retornar em outras produções da franquia, incluindo Jurassic World: Domínio, lançado em 2022.
O ator ainda poderá ser visto nas telonas em Godzilla e Kong: Supernova, previsto para chegar aos cinemas em 2027 e apontado como um de seus últimos trabalhos.
Carreira de mais de cinco décadas
Natural da Nova Zelândia, Sam Neill iniciou a carreira com participações na televisão de seu país antes de conquistar maior projeção em Sleeping Dogs (1977).
Ao longo dos anos seguintes, consolidou sua trajetória em produções como As Quatro Irmãs (1979), A Profecia III – O Conflito Final (1981), Possessão (1981) e A Caçada ao Outubro Vermelho (1990).
O ano de 1993 marcou um ponto de virada em sua carreira. Além de estrelar Jurassic Park, Neill integrou o elenco de O Piano, filme dirigido por Jane Campion e vencedor de três Oscars, ampliando seu reconhecimento internacional.
Além do cinema, Sam Neill participou de diversas séries de sucesso. Entre seus papéis mais lembrados estão o Cardeal Thomas Wolsey em The Tudors e o Major Chester Campbell em Peaky Blinders, personagens que reforçaram sua versatilidade como ator.
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Nicole Kidman presta homenagem
Após a confirmação da morte, a atriz Nicole Kidman lamentou a perda do colega de profissão, com quem contracenou em Terror a Bordo (1989), quando ainda estava no início da carreira.
Em comunicado divulgado à revista People, Kidman afirmou que Neill foi um dos grandes nomes do cinema e recordou a amizade construída ao longo dos anos.
“Sam foi um dos grandes. Era uma alegria estar ao lado dele. Eu tinha apenas 18 anos quando trabalhamos juntos e continuamos amigos para sempre. Ele era charmoso, gentil, engraçado e inteligente. Sentiremos muita saudade dele”, declarou.
Sam Neill deixa quatro filhos, oito netos e um legado de mais de cinco décadas dedicadas ao cinema e à televisão, marcado por personagens que atravessaram gerações de espectadores.