Taylor Swift compra de volta direitos de álbuns vendidos por US$ 300 milhões e retoma controle total

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Última atualização:  01 de jun, 2025 às 16:51
Taylor Swift compra de volta direitos de álbuns vendidos por US$ 300 milhões e retoma controle total Taylor Swift compra de volta direitos de álbuns vendidos por US$ 300 milhões e retoma controle total

Ná última sexta-feira (30), Taylor Swift anunciou que comprou de volta os direitos autorais de seus seis primeiros álbuns, encerrando uma longa disputa que começou em 2019. A negociação marca um momento importante para a cantora, que buscava recuperar o controle sobre suas gravações originais. Embora o valor exato da compra não tenha sido divulgado, esta notícia reacende debates importantes sobre direitos autorais na indústria musical.

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Taylor Swift compra de volta os direitos de álbuns: o que aconteceu?

Taylor Swift perdeu o controle sobre os direitos autorais dos seus primeiros seis discos em 2019, quando sua antiga gravadora, Big Machine Records, vendeu seu catálogo para o empresário Scooter Braun por US$ 300 milhões. O catálogo incluía álbuns icônicos como Fearless, Red e 1989, que ajudaram a consagrar a cantora no cenário pop mundial.

Em 2020, Braun repassou esses direitos à Shamrock Capital, uma empresa de investimentos especializada em mídia e entretenimento, baseada em Los Angeles. A partir daí, Taylor não teve mais autonomia sobre as versões originais de suas músicas, o que a motivou a regravar os álbuns para garantir o controle sobre suas obras, uma empreitada conhecida como “Taylor’s Version”.

Após anos de batalha, a cantora finalmente conseguiu comprar os direitos de volta diretamente da Shamrock Capital, realizando um sonho de longa data: ter total autonomia sobre sua música.

O significado da compra para Taylor Swift e sua carreira

Em uma carta aberta divulgada nesta sexta-feira, Taylor Swift declarou que a compra dos direitos é o maior sonho da sua vida, destacando o desejo de ter controle total sobre suas músicas sem intermediários ou condições.

“Tudo que eu sempre quis foi a oportunidade de trabalhar duro o suficiente para um dia poder comprar minha música de forma direta, sem condições, sem parcerias, com autonomia total”, escreveu a cantora.

Taylor também agradeceu à Shamrock Capital pela oferta que tornou possível essa negociação, afirmando que esta conquista significa muito para ela, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Próximos passos: relançamento dos álbuns originais

Com a aquisição dos direitos autorais, Taylor Swift planeja relançar os álbuns originais que pertenciam à Big Machine. Entre eles estão:

  • Taylor Swift
  • Fearless
  • Speak Now
  • Red
  • Reputation
  • 1989

O relançamento deve ocorrer em breve, reforçando a presença da cantora no mercado musical e solidificando seu controle sobre suas obras. Enquanto isso, o projeto “Taylor’s Version” continuará a ser divulgado, oferecendo aos fãs versões atualizadas e autorizadas diretamente pela artista.

A batalha de Taylor reacende o debate sobre direitos autorais na música

A história de Taylor Swift não é isolada. Grandes nomes da música já enfrentaram problemas semelhantes ao perderem o controle sobre suas gravações originais. Nos anos 1990, por exemplo, o icônico cantor Prince protagonizou uma disputa pública com sua gravadora, chegando a mudar seu nome para um símbolo em protesto.

A cantora norte-americana reconheceu que sua luta inspirou novos artistas a negociar a propriedade das suas gravações originais desde o início de suas carreiras. “Toda vez que um novo artista me diz que negociou a propriedade de suas gravações originais por causa dessa briga, lembro-me de como foi importante tudo isso o que acontecesse”, afirmou.

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