A Squadra Investimentos elevou sua participação acionária na Equatorial Energia (EQTL3) e, através dessa movimentação, passou a deter 57.650.288 ações ordinárias, equivalentes a 5,03% das ações de emissão da holding. 

Os acionistas possuem uma participação total representada por 54.850.288 ações ordinárias, além de 2.800.000 ações ordinárias referenciadas em instrumentos derivativos de liquidação física.

Além disso, detêm uma exposição econômica vendida por meio de instrumentos derivativos de liquidação física referenciados em 2.800.000 ações ordinárias e 751.766 direitos de subscrição de ações ordinárias emitidas pela empresa.

Os investidores declaram que suas aquisições não têm como objetivo alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Equatorial.

Equatorial registra aumento de 40,9% no lucro líquido no 1T24

A Equatorial anunciou um desempenho financeiro sólido no primeiro trimestre de 2024 (1T24), destacando um lucro líquido de R$ 384 milhões. Esse valor representa um aumento significativo de 40,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou R$ 273 milhões.

Apesar de uma pequena retração na receita operacional líquida, que passou de R$ 10,1 bilhões para R$ 9,8 bilhões em relação ao ano anterior, o EBITDA ajustado da Equatorial aumentou. No primeiro trimestre de 2024, atingiu R$ 2,5 bilhões, em comparação aos R$ 2,2 bilhões registrados no mesmo período de 2023.

Já a análise da margem bruta ajustada do grupo revela um crescimento de 11,9% em comparação ao primeiro trimestre de 2023, totalizando R$ 4 bilhões.

No que diz respeito ao endividamento, a Equatorial reportou uma dívida bruta consolidada de R$ 44,5 bilhões no trimestre. No entanto, a empresa tomou medidas de gestão financeira para reduzir essa dívida, incluindo o pré-pagamento de aproximadamente R$ 2 bilhões de dívidas da Holding.

Por fim, a dívida líquida apurada para fins de covenants atingiu R$ 36,6 bilhões, resultando em uma relação dívida líquida/EBITDA para fins de covenants de 3,3x, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior.

Gabryella Mendes

Redatora do Melhor Investimento.