Itaúsa (ITSA4) lidera pagamentos de dividendos em julho; veja o ranking completo

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Última atualização:  06 de ago, 2024 às 14:12
Itaúsa (ITSA4) lidera pagamentos de dividendos em julho; veja o ranking completo

Em julho, a Itaúsa (ITSA4) se destacou como a principal pagadora de dividendos, com uma distribuição de R$ 243 milhões, o que proporcionou um dividend yield impressionante de 9,98%. Esta performance notável coloca a Itaúsa no topo do ranking de dividendos do mês, oferecendo um retorno atraente para seus acionistas.

Em comparação, a Engie Brasil Energia S.A. (EGIE3) ficou em segundo lugar ao distribuir R$ 1,13 bilhão, resultando em um dividend yield de 9,27%. Embora a Engie tenha pago um valor nominal superior, o retorno proporcional para os investidores foi menor do que o da Itaúsa.

A Telefônica Brasil S.A. (VIVT3), por sua vez, liderou em termos de valor absoluto, com R$ 1,5 bilhão em dividendos. No entanto, seu dividend yield foi de 5,63%, o que a colocou apenas na sexta posição do ranking por retorno percentual.

O ranking das maiores pagadoras de dividendos em julho mostra a diversidade de setores que contribuem para a distribuição de proventos:

  • Itaúsa (ITSA4): R$ 243 milhões, dividend yield de 9,98%
  • Engie Brasil (EGIE3): R$ 1,13 bilhão, dividend yield de 9,27%
  • Direcional Engenharia (DIRR3): R$ 277,6 milhões, dividend yield de 7,29%
  • Usiminas (USIM5): R$ 336,5 milhões, dividend yield de 6,90%
  • Cury (CURY3): R$ 266,8 milhões, dividend yield de 5,79%
  • Telefônica Brasil (VIVT3): R$ 1,5 bilhão, dividend yield de 5,63%
  • Aliansce Sonae (ALOS3): R$ 303,8 milhões, dividend yield de 5,19%
  • Tim S.A. (TIMS3): R$ 737,4 milhões, dividend yield de 4,98%
  • B3 (B3SA3): R$ 477,4 milhões, dividend yield de 3,68%
  • Rede Dor São Luiz (RDOR3): R$ 356,5 milhões, dividend yield de 1,71%

O cenário de dividendos em 2024 mostra um crescimento significativo. Até julho, as empresas brasileiras distribuíram R$ 172 bilhões em proventos, marcando um aumento de 39% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Este aumento robusto sugere que 2024 pode estabelecer um novo recorde em termos de volume total de dividendos pagos.

A plataforma Meu Dividendo indica que a tendência positiva é sustentada pelos balanços financeiros sólidos do segundo trimestre, o que pode continuar a impulsionar a distribuição de proventos ao longo do restante do ano.

Analisando o ano até julho, as maiores pagadoras de dividendos são:

  • Petrobras (PETR3; PETR4): R$ 55,6 bilhões
  • Itaú Unibanco (ITUB3; ITUB4): R$ 22,3 bilhões
  • Vale (VALE3): R$ 12,4 bilhões
  • Banco Bradesco (BBDC3; BBDC4): R$ 7,4 bilhões
  • Banco do Brasil (BBAS3): R$ 7,4 bilhões
  • Itaúsa (ITSA3; ITSA4): R$ 6,9 bilhões
  • Telefônica Brasil (VIVT3): R$ 4,6 bilhões
  • Banco Santander Brasil (SANB3; SANB4): R$ 4,5 bilhões
  • Cemig (CMIG3; CMIG4): R$ 2,9 bilhões
  • BB Seguridade (BBSE3): R$ 2,5 bilhões

Apesar do crescimento nos pagamentos de dividendos, o número de empresas que distribuíram proventos caiu 32% em 2024 em relação ao ano anterior. Até julho, apenas 194 empresas realizaram pagamentos de dividendos, comparado a 286 em 2023. Empresas como a JBS (JBSS3) são exemplos de grandes nomes que não pagaram dividendos este ano.